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Governo acusa JPP de falta de rigor e seriedade no ferry – O Jornal Económico
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A vice-presidência do Governo Regional da Madeira acusou o JPP de falta de rigor e seriedade relativamente ao ferry, acrescentando que o partido divulgou com alguma inabilidade um parecer da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, referente ao primeiro concurso público internacional que ficou deserto.
“De forma, objetivamente intencional, o JPP não disse foi que, depois desse concurso, o Governo Regional foi obrigado a abrir novo procedimento internacional, em janeiro do ano passado, no qual previa a realização de 12 viagens por três milhões de euros, durante os três meses de verão, que é o período que corresponderá a mais de 70% da procura”, afirma a vice-presidência do Governo Regional.
A vice-presidência esclarece que as alterações que foram introduzidas pelo executivo madeirense, referentes à operação ferry, no segundo e terceiro concursos públicos internacionais, tiveram também o parecer favorável da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.
“Por aqui fica demonstrado que não houve, da parte da JPP, qualquer intenção de esclarecer a opinião pública, mas lançar uma neblina de suspeição sobre uma operação que, como já o dissemos, só ocorre por persistência do Governo Regional”, reforça a vice-presidência, acrescentando que o executivo vai continuar a financiar a operação até que o Estado “assegure aquela que é a sua obrigação” de promover a continuidade territorial.
De referir que o JPP tinha dito na passada sexta-feira que três milhões de euros eram suficientes para garantir a ligação marítima entre a Madeira e o Continente, baseando a suas afirmações num parecer da Autoridade de Mobilidade e dos Transportes.
“Os documentos mostram que o atual concurso permite que o operador esteja a ser sobrecompensado nos valores das indemnizações compensatórias muito acima do razoável, num evidente prejuízo para os dinheiros públicos”, referiu o JPP.
O JPP defendeu que a compensação por milha náutica no actual modelo “cobre 97,4% do custo médio” do trajeto.
“Apenas com as indemnizações compensatórias o operador conseguiria reverter o valor quase integral do custo da operação”, afirma o partido.
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