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CDS-PP diz que descida no IVA não coloca em causa sustentabilidade das finanças públicas – O Jornal Económico
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O líder do CDS-PP Madeira, Rui Barreto, diz que uma descida nas taxas do IVA, na região, não colocaria em causa a sustentabilidade das finanças públicas, durante uma reunião com a Associação do Comércio e da Indústria da Madeira (ACIF), onde os centristas apresentaram as suas medidas na área fiscal.
Rui Barreto voltou a reforçar a necessidade de recuperar as taxas de IVA que a região tinha passada, de maneira progressiva, de modo a que se atinge na taxa mínima os 4%, na intermédia os 8%, e a média os 18%.
O centrista referiu ainda que se o partido tiver influência na governação da Madeira, vai lutar para que exista um encontro de contas entre o contribuinte e a administração tributária. Para Rui Barreto “não faz sentido” que um contribuinte pague quando tem dinheiro a receber do Estado.
“Se tem dinheiro a receber do Estado, não deve pagar enquanto não atingir o montante em dívida, isso ajuda muito a tesouraria das empresas mas também dos particulares”, afirmou o líder centrista.
Rui Barreto referiu ainda que existe um duopólio no transporte aéreo com a Madeira, e que para combater esta realidade é preciso um operador ou então aumentar as frequências de modo a se obter uma baixa nos preços das passagens aéreas.
O centrista reivindicou ainda mais concorrência no portos. “Defendemos o licenciamento com concorrência e quem utilizar a infraestrutura do porto do Caniçal tem de pagar à administração portuária para que esse valor se repercuta na redução das taxas para baixar o custo de vida das populações”, explicou.
Rui Barreto disse ainda que existem “falhas na distribuição da riqueza” pelo que é necessário conjugar a criação de riqueza e emprego com uma redistribuição justa.
Os centristas querem ainda que a região suporte os custos com o transporte de mercadorias para fora da Madeira.
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