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CDS-PP acredita que redução da carga fiscal permitiria reduzir desigualdades sociais na Madeira – O Jornal Económico
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O CDS-PP Madeira mostrou preocupação com as desigualdades sociais verificadas na região, afirmando que entre 2017 e 2018, os agregados familiares que beneficiavam de Rendimento Social de Inserção subiu 30%, a que se junta uma taxa de 31,9% de pessoas em risco de pobreza, a que acresce um salário médio mensal de 796 euros quando nos Açores e no Continente esse montante se fixa em 801 e 911 euros.
“A Madeira é das regiões da Europa onde as desigualdades sociais são maiores. Temos de corrigir estas situações através do aumento da produtividade, do crescimento dos salários, das prestações sociais mas sobretudo através de uma redução fiscal para os cidadãos, as famílias e as empresas”, afirmou José Manuel Rodrigues, presidente do Conselho Económico e Social do CDS-PP Madeira.
O centrista diz que a inversão deste ciclo poderá ser mais célere se o CDS-PP for chamado a funções de responsabilidade após as eleições regionais.
José Manuel Rodrigues refere que o partido propõe no seu programa de governo “uma redução gradual” até 30% dos escalões mais baixos e intermédios de IRS, uma baixa da taxa geral de IRC de 20% para 17% e de 12% para lucros até 15 mil euros, e um regime fiscal de incentivo ao repovoamento da costa norte da Madeira e uma redução do IVA nos três escalões, passando para 4% no primeiro, 9% no segundo e 18% no terceiro.”
O centrista calcula que a perda de receitas para a Madeira será de sensivelmente 30 milhões de euros por via desta redução de impostos, e que a implementação desta medidas permitiria inverter o ciclo de pobreza e de baixos salários e compensar os custos de insularidade.
José Manuel Rodrigues disse ainda que as perdas de receitas de IRC seriam diminutas, acrescentando ainda que em termos do IVA este é distribuído per capita a nível nacional, uma situação onde a Madeira “praticamente não perderá receita”.
“Enquanto não tivermos menor carga fiscal não teremos competitividade na nossa economia nem alívio fiscal dos cidadãos e famílias”, afirmou.
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